Compre Legal: Campanha de conscientização oficialmente lançada    

10 de outubro de 2018 11:25

   

 

    Para coibir o comércio ilegal no município, Câmara da Indústria, Comércio, Serviços e Agronegócio (CICS), Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), Sindicato do Comércio Varejista (Sindilojas) e Sindicato do Comercio Varejista de Gêneros Alimentícios (Sindigêneros) lançaram na manhã desta quarta-feira, 10, o programa Compre Legal. O ato oficial aconteceu às 10h, no Salão Nobre e contou com a presença de comerciários, empresários e demais autoridades do poder público. A Prefeitura de Farroupilha apoia o projeto, que tem como objetivo conscientizar e estimular a população a comprar em estabelecimentos regularizados.

     Para o Prefeito Claiton Gonçalves, é preciso priorizar a compra em estabelecimentos que estejam regularizados, contribuindo assim para o efetivo desenvolvimento da cidade. “O comércio ambulante, seja de qualquer natureza – alimentícia, de itens de uso pessoal ou vestuário – em ruas e espaços públicos, tem impacto na economia do município, prejudicando diretamente os lojistas estabelecidos com seus alvarás em dia, que geram empregos, renda e tributos. Este é um programa feito a muitas mãos, que dá valor ao comercio local”, explicou.

 

     “É uma campanha de suma importância para nosso município, pois incentiva o cliente a prestigiar o comércio regularmente estabelecido, o vendedor, a loja, o produto, sendo que o comércio local é o grande gerador de empregos. Hoje as lojas são ricas em qualidades e gostaríamos de ver o nosso consumidor farroupilhense prestigiar o comércio estabelecido, que gera empregos, investe em loja própria ou paga aluguel e gera rendas para o município através dos impostos pagos. Portanto, não compre de vendedores ambulantes, pois não sabemos a origem dos produtos. Abrace este projeto, compre no comércio legal”, enfatiza o presidente do Sindilojas, Sérgio Rossi.

     Carlos Roberto Custódio, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Farroupilha, enfatiza que ao comprar nas empresas regularizadas o consumidor pode contar com garantias. “Minha recomendação é que as pessoas façam suas compras em lojas, que além de proporcionarem arrecadação para a cidade, garantem o fácil acesso e toda a assistência necessária, em caso de qualquer problemas”, diz.

     O projeto já está em funcionamento por meio das fiscalizações e nos próximos dias, a população receberá mais orientações sobre como agir e ajudar, através de redes sociais e outros meios de divulgação. “Vamos reforçar a seriedade desse assunto, pedindo também que a comunidade denuncie o comércio ilegal e colabore para o crescimento da cidade em que vive. O aspecto fundamental é que cada um de nós seja irradiador dessa ideia”, enfatizou o Secretário de Finanças, Benami Spilki.

 

 

     “Visualizamos o Compre Legal como um marco relevante para a cidade. A formatação da conscientização fiscal, alinhado ao incentivo à valorização do comércio local, através da sociedade organizada trará benefícios importantíssimos. Muitas vezes nos questionamos como podemos mudar o país, mudar o contexto em que vivenciamos, o fato é somente um, iniciemos por nós, iniciemos pela nossa cidade, que o reflexos serão extremamente positivos e incalculáveis”, disse o Vice-Presidente do Comércio da CICS, Flori Peccin.

     A fiscalização das Secretarias Municipais de Finanças, de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, de Planejamento e de Gestão e Desenvolvimento Humano já está incrementada e adequadamente instrumentalizada, contando com o apoio do Ministério Público, Judiciário, Polícia Civil e Brigada Militar.

    “A parceria entre o poder público e as entidades do comércio só vem a trazer benefícios a toda população e ao comércio em geral. Para que a cidade tenha um comércio fortalecido é importante que os consumidores entendam que a informalidade traz prejuízos a todos, inclusive para a saúde, que é o caso da compra de alimentos sem procedência, pois os mesmos não são inspecionados podendo até transmitir doenças. Fica o alerta a população, compre produtos com procedência e exija a nota Fiscal.”, destaca o possidente do Sindigêneros, Eduardo Fanton.

 

 

    É importante lembrar que não são considerados ambulantes, os comerciantes que atuam com Alvará de Referência e Contato. Esse documento é liberado pelo poder público apenas para empresas que tem suas atividades exercidas fora do endereço da sede. A modalidade é permitida desde não tenha estoque, nem fluxo de pessoal no local, em atividades de serviço e no caso de MEIs, também para atividades de comércio.

 

Texto: Renata Parisotto

Fotos: Adroir Fotógrafo e Renata Parisotto

Edição: Assessoria de Imprensa e Comunicação Social

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